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São Jerônimo, RS,06/04/2025

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RS registra a primeira morte por febre chikungunya da história

Secretaria Estadual de Saúde também registra 107 casos no estado, sendo 93 autóctones

SES / Divulgação
RS registra a primeira morte por febre chikungunya da história Aedes aegypti é o transmissor da chikungunya
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Carazinho, cidade localizada no norte do Rio Grande do Sul, registrou na noite de quinta-feira (3/04) a primeira morte por febre chikungunya da história do estado. A vítima, um homem de 68 anos com comorbidades, faleceu em março, mas a confirmação de que a causa da morte foi a chikungunya foi divulgada apenas nesta quinta-feira, após análise do Laboratório Central do Estado (Lacen).

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Até o momento, Carazinho contabiliza 97 casos confirmados de febre chikungunya, além de 60 casos ainda sob investigação. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) também registra 107 casos no estado, sendo 93 autóctones (contraídos dentro do estado), dos quais 88 são de Carazinho e 5 de Salvador das Missões.

Em resposta ao aumento dos casos, a prefeitura de Carazinho decretou situação de emergência, permitindo o acesso a recursos extras para intensificar o combate ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da chikungunya, dengue e zika. O prefeito João Pedro Albuquerque de Azevedo assinou o decreto após a confirmação do óbito e o crescimento acelerado de casos na cidade. O decreto autoriza a contratação emergencial de serviços, aquisição de insumos e ampliação do atendimento de saúde.

Além disso, a prefeitura intensificou medidas como mutirões de limpeza, aplicação de fumos (fumacê) e campanhas de conscientização. Também há monitoramento dos pacientes e vigilância ambiental para identificar e eliminar possíveis focos do mosquito.

A secretária de Saúde de Carazinho, Carmen Santos, explicou que os primeiros casos começaram a ser registrados em janeiro e inicialmente foram diagnosticados como suspeitas de dengue. No entanto, como os testes para dengue davam negativo, as amostras foram enviadas ao Lacen, que confirmou os casos como sendo chikungunya. A secretária alertou para as dores articulares persistentes, que podem durar meses ou até um ano, mesmo após o fim da infecção.

A cidade tem utilizado drones para localizar focos de mosquito em locais de difícil acesso, como terrenos baldios e quintais, além de promover mutirões de limpeza e aplicação de inseticidas. A SES está dando apoio às ações de combate e, com o decreto de emergência, espera-se um reforço de recursos humanos e financeiros para ajudar a conter a epidemia.

A prefeitura de Carazinho fez um apelo à população para que continue se esforçando na eliminação de focos de água parada, ressaltando que a participação de todos é essencial para combater a doença.

Prevenção da dengue e chikungunya


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